Minha contribuição no Encontro Nacional da Família Marista.
sábado, 22 de abril de 2017
sexta-feira, 14 de abril de 2017
domingo, 2 de abril de 2017
Curso MARIA NA BÍBLIA
Caros amigos e amigas:
Tenho um presente para vocês e suas comunidades: Curso de Educação a Distância sobre Maria na Bíblia. São 10 vídeo-aulas, gratuitas, com texto para acompanhar, realizado em parceria com a Século 21. Olhem! Se gostarem, usem e me ajudem a divulgar!
Cliquem no link abaixo para se inscreverem no curso.
http://www.eadseculo21.org.br/ead/?opcao=visualizarCurso&ID=762&utm_source=newsletter&utm_medium=email_20170330&utm_campaign=divulgacao_curso_maria&utm_content=curso_maria_ead
quarta-feira, 8 de março de 2017
sábado, 31 de dezembro de 2016
Maria, servidora e amiga
Os capítulos 13 a 16 do Evangelho de João nos apresentam uma
“grande despedida” de Jesus. Antes de caminhar para a morte e ressurreição, ele
prepara os seus discípulos para os grandes desafios que eles enfrentarão, sem a
sua presença física. João 13 começa com um gesto derradeiro: Jesus lava os pés
dos seus seguidores. E diz com clareza: Vocês serão felizes se seguirem o meu
exemplo. Sejam servidores (servos) uns dos outros (Jo 13,13-17).
Você se recorda da primeira cena na qual Maria aparece nos
evangelhos? É a anunciação, na qual o anjo Gabriel se lhe faz a proposta de ser
a mãe e educadora do messias que virá. Após um diálogo, ela responde com
inteireza: “Eis aqui a serva/servidora do Senhor. Faça-se em mim segundo a sua
palavra” (Lc 1,38). E logo sai apressadamente para ajudar sua parenta Isabel.
Maria é a primeira que nos ensina a lição do lavapés: servir a Deus e a quem
necessita da gente.
Voltemos ao discurso de Jesus, com seus alertas e recomendações.
Percebendo que a sua comunidade passaria por crises e dificuldades, ele diz:
“Não se perturbe o coração do vocês. Guardem meus mandamentos. Cultivem a paz.
Acolham o Espírito Santo” (Jo 14). Em seguida, Jesus pede que permaneçamos
unidos a ele; como a rama precisa da seiva da árvore para manter-se viva e dar
frutos (Jo 15).
Maria é o exemplo de vida do cristão, que se mantém unido a
Jesus. Ela não somente ouve a Palavra, que era o próprio filho, mas também
medita no coração, buscando descobrir o seu sentido (Lc 2,19.51). Permanece
unida a Jesus e à sua comunidade, de Caná até a cruz, da anunciação até
pentecostes.
Jesus surpreende seus seguidores, quando diz: “E não chamo
vocês mais de servos, e sim de amigos, pois revelei a vocês tudo o que recebi
de meu pai” (Jo 15,14). Jesus, nosso mestre e Senhor dá um passo a mais. Ele
nos faz seus amigos. Ele quer que tenhamos o espírito de serviço, mas sejamos
livres, com dignidade e consciência. Não como um empregado que faz as coisas somente
porque “o patrão manda”.Assim, “pela fé em Cristo, temos a liberdade de nos
aproximarmos de Deus com toda a confiança” (Ef 3,12).
Maria é servidora e amiga. Ensinou e a aprendeu de Jesus a
viver relações de amizade: com Isabel, com os parentes em Nazaré, com os
pastores em Belém, com Pedro, Madalena, João e todos os que fazem parte de nova
família dos homens e mulheres que seguiam Jesus. Maria também é amiga de Deus.
Viveu aquela intimidade com Jesus, de maneira única. Reuniu os discípulos em
torno dele, já no começo de sua missão em Caná. Maria não é somente nossa mãe.
É também nossa amiga. E amiga de Deus!
(Publicado na Revista de Aparecida)
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Maria nos ajuda nas horas difíceis
As paralimpíadas aconteceram em setembro deste ano, no Rio de Janeiro. Essa série de competições de atletismo e esportes reuniu gente do mundo inteiro. Havia uma característica particular: todos os atletas tinham alguma deficiência física ou mental.
Quem acompanhou de perto o evento, testemunhou algo incrível: o espírito de superação dos participantes. Você imagina o que é um cego jogar futebol, ou lançar um dardo à distância e acertar a direção? E uma mulher correr e saltar sem a parte inferior das pernas? Ou alguém nadar com velocidade e perfeição, faltando um braço? Algumas palavras resumem o que significa participar de paralimpíada: superação, solidariedade e colaboração. Mais do que a competição, o que marca este momento é a grande cooperação entre os atletas, o respeito às limitações dos outros, e o incentivo do público que aplaude com entusiasmo a cada um, mesmo que ele seja o último a chegar.
Durante a cerimônia de abertura da paraolimpíada, vários participantes se revezaram levando a tocha para acender a pira olímpica. Uma delas, uma senhora com muitas limitações para caminhar, deixou cair a tocha. Imediatamente alguém lhe veio em ajuda e ela continuou. Por fim, um cadeirante chegou ao local mais importante. Como havia uma escada, ele não podia subir. Surgiu então uma rampa e ele cumpriu sua missão de acender a pira.
Na vida da gente acontece assim também. Cada um de nós tem qualidades, dons e talentos. E também carregamos limitações, deficiências no corpo, nos sentimentos e na alma. Deus nos convida a estar nos jogos em defesa da vida, no atletismo da solidariedade, alegres e superando os limites. Somos mais capazes do que imaginamos! A comunidade nos estimula a fazer parte deste grupo. Mas, por vezes, deixamos a chama da luz de Deus cair. Ou sentimo-nos como aquele cadeirante que quer chegar, mas tem barreiras pela frente. Contamos então com a ajuda de Maria, nossa mãe e companheira na fé.
Maria compreende as nossas fraquezas. Conhece também as belezas e as potencialidades que temos. Ela sussurra aos nossos ouvidos: “Meu filho, minha filha, eu estou com você. Levante-se, confie, siga em frente!”. Assim, pedimos que Maria nos ajude nas horas difíceis, quando parece que não temos as forças necessárias. E mais, contamos também com sua intercessão pelas grandes causas da humanidade, para que o Bem triunfe nas lutas pela justiça social e pela defesa da nossa Casa Comum.
Quem acompanhou de perto o evento, testemunhou algo incrível: o espírito de superação dos participantes. Você imagina o que é um cego jogar futebol, ou lançar um dardo à distância e acertar a direção? E uma mulher correr e saltar sem a parte inferior das pernas? Ou alguém nadar com velocidade e perfeição, faltando um braço? Algumas palavras resumem o que significa participar de paralimpíada: superação, solidariedade e colaboração. Mais do que a competição, o que marca este momento é a grande cooperação entre os atletas, o respeito às limitações dos outros, e o incentivo do público que aplaude com entusiasmo a cada um, mesmo que ele seja o último a chegar.
Durante a cerimônia de abertura da paraolimpíada, vários participantes se revezaram levando a tocha para acender a pira olímpica. Uma delas, uma senhora com muitas limitações para caminhar, deixou cair a tocha. Imediatamente alguém lhe veio em ajuda e ela continuou. Por fim, um cadeirante chegou ao local mais importante. Como havia uma escada, ele não podia subir. Surgiu então uma rampa e ele cumpriu sua missão de acender a pira.
Na vida da gente acontece assim também. Cada um de nós tem qualidades, dons e talentos. E também carregamos limitações, deficiências no corpo, nos sentimentos e na alma. Deus nos convida a estar nos jogos em defesa da vida, no atletismo da solidariedade, alegres e superando os limites. Somos mais capazes do que imaginamos! A comunidade nos estimula a fazer parte deste grupo. Mas, por vezes, deixamos a chama da luz de Deus cair. Ou sentimo-nos como aquele cadeirante que quer chegar, mas tem barreiras pela frente. Contamos então com a ajuda de Maria, nossa mãe e companheira na fé.
Maria compreende as nossas fraquezas. Conhece também as belezas e as potencialidades que temos. Ela sussurra aos nossos ouvidos: “Meu filho, minha filha, eu estou com você. Levante-se, confie, siga em frente!”. Assim, pedimos que Maria nos ajude nas horas difíceis, quando parece que não temos as forças necessárias. E mais, contamos também com sua intercessão pelas grandes causas da humanidade, para que o Bem triunfe nas lutas pela justiça social e pela defesa da nossa Casa Comum.
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