terça-feira, 23 de dezembro de 2014
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Quero dizer sim a Deus (Maria em canto-3)
Eu quero dizer sim
ao Deus meu Criador,
meu coração se alegra ouvindo a vossa voz.
Eis a minha vida,
tomai meu coração,
as minhas mãos usai
para acolher tantos irmãos;
Eis minha liberdade e o meu entendimento,
sejais Senhor a única razão do meu viver.
Fazei da minha vida um apelo a união
aos homens que se agridem e promovem a divisão.
A morte foi vencida e o amor triunfará:
o negro, o branco e o índio se abraçando como irmãos.
Não mais quero pedir senão a vossa graça
que todo o meu viver seja pra vossa imensa glória.
E a terra cantará e os homens louvarão
a vós Senhor o único Deus vivo e criador.
Lindberg Pires
meu coração se alegra ouvindo a vossa voz.
Eis minha liberdade e o meu entendimento,
sejais Senhor a única razão do meu viver.
Fazei da minha vida um apelo a união
aos homens que se agridem e promovem a divisão.
A morte foi vencida e o amor triunfará:
o negro, o branco e o índio se abraçando como irmãos.
Não mais quero pedir senão a vossa graça
que todo o meu viver seja pra vossa imensa glória.
E a terra cantará e os homens louvarão
a vós Senhor o único Deus vivo e criador.
Lindberg Pires
sábado, 8 de novembro de 2014
Caná: a festa de novo
Se
o evangelista João vivesse hoje, talvez ele contasse a história das Bodas de Caná de outro jeito. Ele poderia dizer assim:
Aconteceu uma festa de bodas de ouro,
numa cidade chamada Caná. Zélia e Antônio chamaram os filhos e cunhados(as), os
netos e outros parentes para comemorarem juntos os 50 anos bem-vividos no amor
e na fidelidade. Também vieram muitos amigos. Maria, a mãe de Jesus, que já
conhecia os dois há muito tempo, veio ajudar na decoração da festa. Jesus e
seus seguidores também foram convidados. Havia comida e bebida em abundância.
Tudo parecia ir bem.
No entanto, Ernesto, o filho mais
velho do casal, era muito ambicioso. Ele comentou à mesa que, quando os pais
morressem, iria entrar na justiça para conseguir a maior parte da herança.
Achava que tinha este direito, pelo fato de ter ajudado os pais desde jovem.
Ana, uma de suas irmãs, ao ouvir isso, ficou com muita raiva e se levantou
rapidamente. Aliás, ela já tinha brigado com Ernesto outras vezes, e se
considerava a filha rejeitada, que não recebia a atenção dos pais e dos irmãos.
Foi para um canto, e chorava sem parar. A mãe de Jesus, que estava perto, viu
tudo e logo percebeu que, desse jeito, a festa ia acabar!
Então, Maria procurou por Jesus, mas
não o viu no meio dos convidados, pois ele estava do outro lado da casa. Pegou
o celular e mandou uma mensagem de texto para Jesus:
- Eles estão brigando. Sem amor, não
tem festa.
Jesus respondeu logo:
- O que nós temos a ver com isso?
Minha hora ainda não chegou.
Maria ficou pensativa. Procurou uma
forma de resolver o problema. Então, se aproximou de Ernesto, e falou com
firmeza:
- Jesus está à sua procura. Vá ao
encontro dele. Faça tudo o que ele lhe disser!
Depois, fez o mesmo com a irmã dele,
Ana. E repetiu para ela:
- Faça tudo o que Jesus lhe disser.
Quando Jesus viu Ernesto e Ana se
aproximarem, colocou-os um ao lado do outro. Tomou um copo cheio de água e
derramou-o no jardim. Então, com o copo vazio, disse a Ernesto:
- De que vale ao ser humano ganhar o
mundo inteiro, se perder o que tem de mais precioso? Abandone sua ambição, pois
ela faz secar o coração humano.
Depois, Jesus tomou uma taça de
vinho e mostrou para Ana:
- Olhe para seu pai e sua mãe. Eles
chegaram até aqui unidos porque cultivaram o perdão e o carinho. O amor deles é
como este vinho saboroso, provado no tempo. Deixe o rancor de lado, pois ele
faz o vinho do seus sentimentos se tornar um vinagre azedo.
A mãe de Jesus observava tudo.
Acompanhava as palavras e os gestos de Jesus. E ficou radiante de alegria ao
ver os dois irmãos se reconciliarem. A festa se transformou! Os discípulos de Jesus
comentaram: “Isso é um milagre”.
Este foi o primeiro sinal realizado
por Jesus. Ele começou a manifestar a sua glória e seus discípulos iniciaram o caminho
da fé, crendo nele: Jesus é a água viva e o vinho sempre novo!
Experimente,
você também, contar de outro jeito a história Bodas de Caná. Use fatos e
imagens da sua vida. O que Jesus transformaria nela? Relembre os gestos de
Maria e a ação de Jesus.
(Afonso Murad - Publicado na Revista de Aparecida)
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Viver as surpresas de Deus
Carlos e Luzia estavam conheceram-se no Grupo de Jovens. Naquele tempo, eram somente bons amigos. Carlos tocava violão, Luzia cantava muito bem. Depois, tornaram-se adultos e continuaram a atuar na Pastoral de Juventude, como assessores. Cada um fez seu caminho pessoal e profissional. Ela viveu uns namoros incertos. Ele gostava de “ficar com as meninas”, sem compromissos. Colecionava a lista das namoradas. Um dia, os dois se encontraram num passeio, sem esperar ou planejar, e se olharam de maneira diferente. Ele começou a tocar umas músicas, e ela cantou junto. Que surpresa! Um dueto lindo! Sintonia afinada. Daí começou um amor, que se consolidou no tempo. Para Luzia, o coração disparou. Carlos conta que naquele momento sentiu algo diferente, que nunca tinha experimentado. “Percebi que Deus veio ao meu encontro. Foi uma reviravolta. Renunciei a muitas coisas, refiz meus planos e hoje estou feliz”, diz ele. Do encontro inesperado e do encanto da música nasceu o amor intenso.
Maria, a mãe de Jesus também viveu momentos inesperados. Se a gente acompanha a vida dela, vê como Maria foi surpreendida por Deus. Soube acolher as surpresas e percebeu os sinais de Deus na vida. Tudo começou um dia em Nazaré da Galiléia. Uma cidade do interior, desconhecida para muitos. Talvez a jovem Maria nutrisse o desejo de ser mãe e ter muitos filhos. Ela conhecia o carpinteiro José. As famílias dos dois tinha já arranjado o casamento, como se fazia naquele tempo. Tudo parecia caminhar para o previsível. Então, vem um chamado de Deus, para ser a mãe do messias. No começo, Maria fica perturbada (Lc 1,29) e pergunta pelo sentido daquilo que ouve do enviado de Deus. Tudo parecia estranho e novo. Como iria acontecer isso? E os planos com José? (Lc 1,34). Maria acolheu a surpresa de Deus. Confiou e arriscou-se. Renunciou a muitos planos. Deus chegou para ela de maneira inesperada. E depois de questionar, pensar, escutar, ela assumiu inteiramente sua nova vocação.
Você pensa que foi somente esta a surpresa? Houve muitas outras. Imagine que ao encontrar a sua parenta Isabel, aconteceu algo imprevisto. Entre as duas há tamanha sintonia, que Isabel percebe que algo diferente está acontecendo em Maria. O Espírito Santo lhe revela, no coração, que ela tem uma fé enorme, é bendita entre as mulheres, e o fruto de seu ventre será o salvador! (Lc 1,41-45). Maria novamente acolhe esta surpresa de Deus. Encanta-se com aquele momento tão especial. Longe de se orgulhar ou se considerar mais importante do que os outros, louva a Deus com humildade: “Estou muito alegre e canto ao Senhor, que fez em mim maravilhas” (Lc 1,46-49).
Que Maria nos ensine a receber, com alegria e gratidão, as surpresas de Deus. Que ela abra os nossos olhos e nosso coração para reconhecer os momentos de Graça! Amém.
(Publicado na Revista de Aparecida, setembro de 2014)
Maria, a mãe de Jesus também viveu momentos inesperados. Se a gente acompanha a vida dela, vê como Maria foi surpreendida por Deus. Soube acolher as surpresas e percebeu os sinais de Deus na vida. Tudo começou um dia em Nazaré da Galiléia. Uma cidade do interior, desconhecida para muitos. Talvez a jovem Maria nutrisse o desejo de ser mãe e ter muitos filhos. Ela conhecia o carpinteiro José. As famílias dos dois tinha já arranjado o casamento, como se fazia naquele tempo. Tudo parecia caminhar para o previsível. Então, vem um chamado de Deus, para ser a mãe do messias. No começo, Maria fica perturbada (Lc 1,29) e pergunta pelo sentido daquilo que ouve do enviado de Deus. Tudo parecia estranho e novo. Como iria acontecer isso? E os planos com José? (Lc 1,34). Maria acolheu a surpresa de Deus. Confiou e arriscou-se. Renunciou a muitos planos. Deus chegou para ela de maneira inesperada. E depois de questionar, pensar, escutar, ela assumiu inteiramente sua nova vocação.
Você pensa que foi somente esta a surpresa? Houve muitas outras. Imagine que ao encontrar a sua parenta Isabel, aconteceu algo imprevisto. Entre as duas há tamanha sintonia, que Isabel percebe que algo diferente está acontecendo em Maria. O Espírito Santo lhe revela, no coração, que ela tem uma fé enorme, é bendita entre as mulheres, e o fruto de seu ventre será o salvador! (Lc 1,41-45). Maria novamente acolhe esta surpresa de Deus. Encanta-se com aquele momento tão especial. Longe de se orgulhar ou se considerar mais importante do que os outros, louva a Deus com humildade: “Estou muito alegre e canto ao Senhor, que fez em mim maravilhas” (Lc 1,46-49).
Que Maria nos ensine a receber, com alegria e gratidão, as surpresas de Deus. Que ela abra os nossos olhos e nosso coração para reconhecer os momentos de Graça! Amém.
(Publicado na Revista de Aparecida, setembro de 2014)
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Anunciação,
Viver as surpresas de Deus
domingo, 7 de setembro de 2014
Maria e a dor dos humildes (Maria em canto 2)
Maria, tu és a beleza dum céu feito estrelas que a noite desfaz.
Teu canto espalha a certeza que a dor dos humildes terá seu final.
Transforma, ó Mãe, dos aflitos, o grito de tantos irmãos
num canto de fé, esperança, num dia de dança feliz caminhar.
Acolhe em teu seio materno crianças famintas jogadas ao chão.
Qual chuva que fecunda a terra faz que a semente do amor brote em nós.
Maria, mulher escolhida, de todos querida, amada do Pai,
recebe o clamor de teus filhos que juntos suplicam a libertação.
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Maria e a dor dos humildes,
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Músicas marianas
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Maria Mãe da Igreja (Maria em Canto 1)
Toda a Igreja feliz canta o teu nome
Maria,
rosto materno és do Pai que em Jesus nos convida a união.
És a imagem ideal da Igreja, pro
mundo és sinal redentor.
Qual Igreja no evangelizar, desperta em cada irmão
Cristo Jesus, amigo fiel, presente nos corações.
És o modelo perfeito do homem que
quer ser na vida cristão.
Nos faz semelhantes, ó Mãe, ao Cristo teu Filho
Jesus,
Amigo fiel, presença de paz, presente nos corações.
(Lindenberg Pires, SJ)
(Lindenberg Pires, SJ)
domingo, 24 de agosto de 2014
Turma de Mariologia no ISTA (2014-II)
Alegria do Professor consiste em ter uma turma que lê os textos, reflete e questiona, trazendo questões existenciais, pastorais e teológicas! Foto dos alunos do curso de mariologia, da graduação em teologia no ISTA (Instituto Santo Tomás de Aquino) em Belo Horizonte.
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